Ponto de ônibus próximo ao prédio do STF, em Brasília
Ponto de ônibus próximo ao prédio do STF, em Brasília Fernanda Fonseca/CNN

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) fez uma operação na noite desta quinta-feira (1º) para apurar uma suspeita de bomba nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. O caso começou depois que um homem arremessou uma mochila perto de um ponto de ônibus ao lado do prédio da Corte, na Praça dos Três Poderes.

Esquadrão antibomba acionado

Segundo a PMDF, o homem estava "fora das condições normais" no momento da ocorrência. Ele foi detido no local pelos policiais militares. O Esquadrão Antibomba foi chamado para verificar o conteúdo da mochila, e o perímetro da região foi restringido. Duas faixas da Esplanada dos Ministérios chegaram a ser fechadas enquanto o entorno era periciado.

Em nota, a PM informou que a pessoa jogou a mochila em um ponto de ônibus na via S1, ao lado do tribunal. A área foi isolada e permaneceu sob controle das equipes enquanto se aguardava a chegada dos especialistas.

Versão do STF

O STF informou em nota que o homem tentou pular as grades da Corte. De acordo com o tribunal, a movimentação foi percebida pelo sistema de monitoramento, e a Polícia Militar e a Polícia Judicial foram acionadas imediatamente. Como a mochila foi lançada sobre o ponto de ônibus, o procedimento previsto para casos de possível artefato explosivo, a chamada Operação Petardo, foi ativado.

O protocolo é padrão em situações de suspeita de bomba, artefatos explosivos ou objetos abandonados que possam oferecer risco à população. Segundo relatos de veículos de imprensa, o homem também teria desacatado os seguranças antes de ser detido.

Contexto

A ocorrência acontece a três dias do primeiro turno das eleições, em uma região que já foi alvo de ataque. Em 13 de novembro de 2024, houve duas explosões na Praça dos Três Poderes, e o autor, Francisco Wanderley Luiz, morreu após detonar um artefato diante do STF. Mais tarde, a Polícia Federal concluiu que ele agiu sozinho. Não há, nas informações divulgadas até agora, qualquer indicação de ligação entre aquele episódio e o desta quinta.

O que falta esclarecer

A PMDF e o STF não detalharam o que havia dentro da mochila, a identidade do homem ou o motivo da ação. Também não foi informado se ele responderá por algum crime. As autoridades devem divulgar novas informações após a análise do material pelo esquadrão antibomba e o depoimento do detido.

A matéria está em atualização.

Fonte principal: PM faz operação para apurar suspeita de bomba no perímetro do STF (CNN Brasil)

O texto tem cerca de 380 palavras, porque ainda há poucos fatos confirmados. Como o caso está em andamento, confira se a PMDF ou o STF já divulgaram o resultado da perícia antes de publicar. Evitei afirmar que havia explosivos ou qualquer motivação, já que nada disso foi confirmado.