O dólar fechou em queda pelo quarto dia seguido nesta sexta-feira, acompanhando o mercado global num dia de divulgação de importante relatório sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.
O dólar fechou em baixa ante o real pelo terceiro dia consecutivo nesta quinta-feira, aproveitando o tom relativamente tranquilo nos mercados internacionais para chancelar a tendência de queda provocada pela perspectiva de contínua entrada de capitais.
Operações no mercado de capitais, como a oferta de units do Santander Brasil, ajudaram o país a atrair em outubro a maior quantia de dólares desde junho de 2007.
Uma nova rodada de ingressos ao mercado local e o tom positivo nas principais bolsas de valores permitiram que o dólar terminasse em baixa ante o real nesta quarta-feira.
Um movimento global de aversão a risco devolveu o dólar para o patamar de 1,75 real nesta quarta-feira, em uma sessão de instabilidade alimentada pela forte queda da Bovespa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira que o governo trabalha para manter o equilíbrio da taxa de câmbio, mas que não há uma meta para o valor do dólar.
A perspectiva de entrada de recursos no país ajudou o dólar a terminar a semana praticamente no mesmo nível em que começou, anulando os efeitos da taxação sobre investimentos externos adotada na terça-feira.
A continuidade da entrada de capitais no país evitou a alta do dólar nesta quinta-feira, apesar da valorização global da moeda norte-americana em um movimento de ajuste em todo o mundo.
O mercado de câmbio retomou suas principais referências após adaptar-se à nova taxação ao capital estrangeiro, e permitiu a queda de 1,26 por cento do dólar nesta quarta-feira em meio à recuperação da Bovespa e ao cen&aacut...
A taxação do capital estrangeiro, aliada a uma sessão negativa nos principais mercados internacionais, devolveu o dólar a quase 1,75 real, após uma terça-feira de forte alta.
O dólar caiu 1,33 por cento nesta quarta-feira, para 1,704 real, refletindo a expectativa de continuidade da entrada de recursos no país em meio à progressiva melhora do cenário internacional.
O dólar atingiu o menor patamar em mais de um ano ante uma cesta de moedas e contra o euro nesta quarta-feira, após o JPMorgan Chase divulgar um lucro acima do esperado, de 0,82 dólar por ação no terceiro trimestre.
Os ajustes nos mercados internacionais após comentários do chairman do Federal Reserve limitaram a queda do dólar diante do real, mas não impediram que a taxa de câmbio voltasse a fechar no menor valor em 13 meses nesta sexta-feira.
O interesse dos investidores em aplicações mais arriscadas e rentáveis voltou a enfraquecer o dólar nesta quinta-feira, fazendo a moeda norte-americana buscar novas mínimas em relação ao real.
O Banco da Inglaterra manteve a taxa básica de juro no nível recorde de baixa de 0,5 por cento pelo sétimo mês consecutivo nesta quinta-feira, e informou que manterá o programa de compra de ativos, conhecido como "quantitative easing", de 175 bilhões...
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta terça-feira que após as medidas da véspera sobre o compulsório, não há novas mudança à vista nesse segmento.
Seul, 28 set (EFE).- O índice Kospi da Bolsa de Seul fechou hoje com uma queda de 0,94%, fixado em 1.675,55 pontos. EFE
O iene avançou para o maior patamar em oito meses contra o dólar nesta segunda-feira, depois que autoridades do Japão descartaram qualquer plano para conter a alta da moeda. A valorização fez o Nikkei recuar 2,5 por cento, disparando uma ampla retirada dos...
O ministro das Finanças do Japão, Hirohisa Fujii, disse que os movimentos no mercado de câmbio têm sido um pouco desequilibrados, depois de recentemente ter dito que um iene mais forte poderia ajudar a economia.
O mercado financeiro melhorou seu cenário para a economia no ano que vem e elevou as previsões para a inflação e a Selic, segundo relatório Focus divulgado nesta segunda-feira. As estimativas para 2009 tiveram poucas alterações.











