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Brasil | 7 de Novembro, 2009
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Dólar cai e tem menor fechamento em 9 anos antes de Copom

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17 de Abril, 2008 @ 3:33 PM BRT

SÃO PAULO - O dólar fechou em seu menor nível desde maio de 1999 nesta quarta-feira, acompanhando o otimismo dos mercados acionários e com a expectativa de alta na taxa básica de juro brasileira.

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A moeda norte-americana caiu 1,19 por cento, a 1,664 real. Com desvalorização acumulada em mais de 5 por cento em abril, e teve seu menor fechamento desde 18 de maio de 1999.

As bolsas norte-americanas operavam em alta de mais de 2 por cento, após a divulgação de bons resultados corporativos.

"Hoje as coisas estão boas", disse Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio, acrescentando que o Brasil ainda leva vantagem por sua recente estabilidade, "sendo olhado pelo investidor como uma grande fonte de lucro".

"Os efeitos da crise externa estão sendo muito pequenos aqui, chamando a atenção do investidor", afirmou o gerente.

O risco-país caía 20 pontos, a 225 pontos básicos, no fechamento do mercado cambial.

Segundo Carlos Alberto Postigo, operador de câmbio do Banco Paulista, o movimento que se observa nesta sessão é fruto também das expectativas com a reunião desta quarta-feira do Copom.

"(A queda de hoje) é um movimento que se iniciou nos últimos dias por conta de uma possível majoração dos juros internos", afirmou Postigo ressaltando que o possível aumento da taxa Selic favorece as operações de arbitragem, que aproveitam para lucrar com o diferencial dos juros praticados interna e externamente.

Os recentes dados sobre a inflação brasileira têm levado o mercado a esperar por um aumento de pelo menos 0,25 por cento na taxa de juro. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulga nesta quarta-feira apó o fechamento dos negócios sua decisão sobre a taxa Selic.

Galhardo também ressaltou que os dados divulgados nos Estados Unidos pressionaram a moeda norte-americana à medida que deram mais espaço para o Federal Reserve abaixar ainda mais os juros norte-americanos, incentivando o fluxo de entrada de recursos no Brasil.

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